
Vejo o céu caindo
Embaixo o mar em sanha
Coisas dar-se
Formidáveis e malfazejas.
Coisas que ninguém
Esquadrinham-se cingir
Minha vida, retrato do longínquo
Minha capacidade se compeli ao vindouro
Em minha mente afanosa
Não consigo abarcar
A indagação de ser
Penumbra minhas duvidas
As perguntas continuam a bater
Será que a paz
Estas alem de nossas vidas
Será que o pior coiote
Nunca foi criancinha
Será que a culpa e nossa
Será culpa e minha
Isso tudo e como atirar
