Culpas


Vejo o céu caindo

Embaixo o mar em sanha

Coisas dar-se

Formidáveis e malfazejas.

Coisas que ninguém

Esquadrinham-se cingir

Minha vida, retrato do longínquo

Minha capacidade se compeli ao vindouro

Em minha mente afanosa

Não consigo abarcar

A indagação de ser

Penumbra minhas duvidas

As perguntas continuam a bater

Será que a paz

Estas alem de nossas vidas

Será que o pior coiote

Nunca foi criancinha

Será que a culpa e nossa

Será culpa e minha

Isso tudo e como atirar

Em um vácuo maior

Do agresso

Do agressor ... porque agressor? será uma maneira de auto flagelação? ou uma vontade masoquista? uma piada sem graça? uma graça sem rima? uma rima sem piada? uma graça masoquista? uma flagelação sem rima? uma piada sem vontade?

não não não não não.....
deve ser um presente de Franz para Znarf, um soco, na mesma velocidade homicida e vontade instintiva de um tapa de mãe, e um eu te amo de filho. é um reflexo em reflexões de um homem que ama ser errante e odeia estar atrasado que adora ser ele mesmo e odeia ter que ser eu (o reflexo que vos fala), não estou gritando para que alguém me entenda não estou murmurando por estar chorando. não estou calado. mas vc deste lado nesta cadeira que esta sentado pode descobrir aqui o que mais teme descobrir ....você!